segunda-feira, 1 de setembro de 2008
sábado, 2 de agosto de 2008
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Quando Abril chegou -
Quando Abril chegou e me apanhou de surpresa, pegou-me na mão e largou-me na Rua do Deslumbramento. Um pouco atónita mas seguindo o meu instinto, corri a abrir as portas que estavam trancadas, serrei as grades que cobriam as janelas e logo os sonhos, em catadupa, saíram para a rua e começaram a tentar voar sem se aperceberem que as suas asas há muito haviam sido cortadas. Tropecei nas palavras que corriam desordenadas, depois de tantos anos de silencio e reparei na única casa que não tinha trancas nem grades; à soleira da porta, de mão dada, estavem o pensamento e o ideal e, ainda incrédulos, sorriam.
Comecei a percorrer a rua com todos os meus sentidos à flor da pele e com um desejo enorme de partilhar o que sentia. Foi então que os meus olhos encontraram o brilho de um olhar, os meus ouvidos a música de uma voz, as minhas mãos o calor de outras mãos e cheirava a maresia. . .
Conheci - te. E ainda hoje, quando te olho nos olhos ... o mesmo deslumbramento!
Comecei a percorrer a rua com todos os meus sentidos à flor da pele e com um desejo enorme de partilhar o que sentia. Foi então que os meus olhos encontraram o brilho de um olhar, os meus ouvidos a música de uma voz, as minhas mãos o calor de outras mãos e cheirava a maresia. . .
Conheci - te. E ainda hoje, quando te olho nos olhos ... o mesmo deslumbramento!
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